segunda-feira, 22 de março de 2010
É um choro de março fechando o Verão...
quinta-feira, 18 de março de 2010
A elegância de volta ao Verdão...
segunda-feira, 15 de março de 2010
Nana, nenê, que o Vinte vem pegar...!!!
quinta-feira, 11 de março de 2010
Um pino que é vinte e o fino da bola...
quinta-feira, 4 de março de 2010
Com cabeça quente não se arranca dente...
segunda-feira, 1 de março de 2010
Chove chuva, mas deixe meu Verdão jogar...
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Entre umas e outras tem também do Piauí
Sambista o cara, corintiano e espoleteiro da Gaviões, abriu uma bocarra duas vezes maior que o dobro de seus olhos e nos mandou na cara aquele gol do Ozéias, bem marcado, dirigido, só que contra as redes palestrinas.
No entanto não ficou sem troco. O Deividão, inspirado, retrucou com o pênalti de Marcelinho e aquela sensacional defesa do São Marcos no jogo da Libertadores que mais que uma viúva Porcina, para os gambás, já o era sem nunca ter sido.
O japa riu amarelo, nós rimos verdemente e chegamos a conclusão que aquele japonês era um talismã e nos traria a sorte de ver um Palmeiras e Flamengo do Piauí acabar em 7 a 0 pra nós. 7 não deu, mas chegamos a 4 e ficou de bom tamanho.
No jogo aquela história. Futebol de um time só. Verdão atacando sempre perigosamente, perdendo gol atrás de gol, mas assinalando os necessários para consolidar a vitória. E mais uma vez, o time saia de campo sob aplausos da torcida, que muitas vezes se desconcentrou do jogo para sorrir com Jardel, fora de campo, roubando a cena.
E tanto roubou a cena que muitos torcedores nossos começaram um coro pedindo ao técnico adversário que botasse o folclórico jogador em campo. Não fomos atendidos. O treinador do Fla achou que não podia tirar ninguém só para o Jardel entrar. Aí alguém ao meu lado gritou alto na arquibancada já barulhenta:
_ Põe o Jardel...E não precisa tirar ninguém, Joga com doze.
Mais uma vez o técnico não atendeu. Talvez tenha achado, olhando para aquela barriga e aquela disposição, que onze mais um ao invés de somar doze, com Jardel naquele estado, o time viesse a piorar ainda mais. Coisas do Piauí. Ou do Rio Grande, Do Rio Grande do Sul, tchê...
Pelo menos foi o que pensou o taxista palmeirense que nos trouxe de volta à Liberdade, depois do jogo. Muito feliz pela vitória do Palmeiras e derrota do São Paulo, acabou por confundir o Deividão com gaúcho. Disse que era pelo sotaque. Sei lá. Do Japão ao Piauí, passando por 4 a 0 e chegando até o Rio Grande do Sul ainda há essas e muitas outras pra contar. E o Deivid que explique o tal sotaque.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Chororô de cotovia é ovo...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Pra frente, Verdão... Vitória hoje agora é obrigação!!!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
A arranjada queda de Belluzzo...
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Chuteira amarela quem será o dono dela?
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Quando a dor tem cor...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Um gol além da letra...
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Marcão: um santo da bola...
Santo sob traves que se se apequenam, homem sobre um solo que se agiganta e que é sagrado lá pelas bandas do nosso Palestra Itália.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Um, dois, três...Com quatro é talvez...
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Clássico: Jogo de mão única...
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Líder, na cadência e no sossego...
domingo, 24 de janeiro de 2010
O contraditório pela antítese do paradoxo
A copinha que deu caldo...
Visível era a deficiência do Verdãozinho no setor defensivo, e isso já havia sido dito aqui. E essa desconexão entre os volantes e os zagueiros acabou por deixar caminhos por onde os santistas passearam nesse jogo do sábado, que valia a classificação para a final, na segunda, contra o SP.
Porém, o nosso poder de fogo no ataque é realmente impressionante. E a prova está no retrospecto das partidas e no próprio jogo contra o Santos em que marcamos 3 e perdemos outro tanto, se levarmos em consideração muita benevolência com o adversário.
É preciso lembrar, em adição, que essa força do nosso ataque está mais para o coletivo do que propriamente a um ou a alguns atacantes propriamente ditos, como exemplifica bem as atuações do centroavante Miguel que, decididamente, vai ter de treinar muito para chegar a ser um jogador médio. No futebol de hoje, com treino, paciência e bastante preparo físico tudo é possível, desde que não seja por aqui por essas benditas e maravilhosas bandas do Palestra Itália.
Sabemos que ganhar a Copinha seria para nós de fundamental importância, mas também há que se dizer que essa competição vale apenas como vitrine de jogadores. E não é pensamento que se coloca apenas por ter perdido a oportunidade do título, mas realidade pura.
Faz tempo que o Palmeiras não revela ninguém. Faz tempo que não tem um time que jogue como esse de 2010 jogou. E isso é importante. Podem escrever que eu assino embaixo: 3 jogadores estarão no time de cima, e são eles Gabriel Silva, Gilsinho e Ramos. E não estarão apenas para somar forças, dado o tempo necessário para a adaptação ao profissionalismo. É isso.
Em resumo, a Copinha já era. A Copinha deu no copo. Mas em cada copo a certeza de bom caldo.
Logo mais teremos pela frente o Ituano contra o Verdão no Palestra e estaremos de novo na liderança, caminho que estamos acostumados a trilhar. Avante, Palestra Imponente.

